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Prêmio Quality  E-mail

Este Selo é um aval mercadológico devido ao seu reconhecimento. É a comprovação da responsabilidade social e ambiental com as comunidades onde atuam e do compromisso e respeito que a empresa tem para com seus clientes, fornecedores e colaboradores, buscando satisfazê-los sempre com produtos e serviços de excelente qualidade.

 

Conheça mais a premiação no site oficial http://www.premioquality.com/

 
Sintomas Vibração  E-mail

Em virtude de nosso trabalho de revenda de pneus, e consequentemente a obrigaçao em sempre analisar e corrigir eventuais problemas relacionados ao sistema de direçao, um problema recorrente relatado por nossos clientes sao o incomodo causado pelo excesso de vibraçoes ao dirigir. Entenda suas causas:

 

Normalmente a vibração ocorre pura e simplesmente devido ao desbalanceamento das rodas, mas nem sempre é assim. Devemos verificar principalmente a que velocidade o veículo vibra e em qual condição essa vibração ocorre.

 

Após uma analise mais apurada da geometria das rodas e pneus, devemos verificar se há centralização correta das rodas nos cubos.

É importante lembrarmos que os apertos das rodas deverão ser feitos em cruz, evitando que possa haver um empenamento do aro e assim não permitindo o balanceamento desta.

Na montagem dos pneus nos aros, devemos evitar utilizar marretas e espátulas que muitas vezes danificam os flancos das rodas e não permitindo o perfeito assentamento do pneu no aro.

Verifique com seu cliente se o veículo ficou por muito tempo parado. Quando isso ocorrer, há um fenômeno chamado “flat spot”, o comumente conhecido por nós como “pneu quadrado”. Este cria uma deformação do pneu na região que ficou em contato com o solo. Em muitos casos apenas a substituição do pneu sana o problema.

 

Desequilíbrio estático

O desequilíbrio estático geralmente é sentido quando o veículo esta em velocidades acima de 60km/h causando um desconforto semelhante como se o veículo estive trafegando em um pista irregular, causando movimentos para cima e para baixo da suspensão.

 

Desequilíbrio dinâmico

Neste caso o veículo apresenta grande dificuldade de condução. As rodas vibram lateralmente e tanto o conforto quanto a segurança ficam comprometidos. Os componentes da suspensão e direção apresentam desgaste acentuado precocemente, assim como desgaste irregular do pneu.

Geralmente são perceptíveis entre 70/80km/h e deixam de ser percebidas após os 120km/h, embora estes continuem ocorrendo sobre a suspensão.

 

Balanceamento de rodas

As máquinas balanceadoras estacionárias são capazes de detectar e solucionar os dois tipos de desbalanceamentos.

É recomendado não aplicar mais de 60 gramas de contrapeso em rodas de automóveis leves em cada plano. Isso poderá causar uma acentuação do desbalanceamento das rodas futuramente. Após a análise da balanceadora e aplicação dos contrapesos adequados, podemos verificar que até 10 gramas de desbalanceamento residual em veículos leves são aceitáveis e são absorvidos pelo sistema, sem causar desconforto ou insegurança na condução.

Mesmo se após o balanceamento das rodas as vibrações persistirem, devemos nos atentar a outras peças do veículo, como o eixo cardã desbalanceado ou torto, tambores de freios ovalizados, discos de freios empenados e amortecedores defeituosos.

 

Alinhamento

É fundamental medir os ângulos e linhas como:

- Caster;

- Camber;

- Convergência ou divergência;

- KPI ou SAI;

- Ângulo Incluso (SAI + Câmber);

- Set Back (Diferença coaxial dos eixos);

- Divergência em Curva.

 

Caster

É a inclinação medida por uma linha imaginaria entre o centro da roda e o ponto de fixação superior da suspensão.

Quanto mais positiva é essa inclinação, maior a tendência do veículo permanecer em linha reta. Quanto mais negativo, maior tendência a facilidade de esterçar as rodas. A correção deverá ser feita de acordo com o especificado pelo fabricante do veículo.

 

Camber

É a inclinação da roda em relação ao plano horizontal. O ângulo de cambagem é dado como positivo (+) quanto a parte superior da roda se inclina para fora e negativo (-) se inclina para dentro.

A cambagem fora do especificado pode causar desgaste irregular dos pneus, perda estabilidade, consumo elevado de combustível e quando esses valores possuem graus de diferença entre as rodas, o veículo puxa para o lado em que está positivo.

 

Convergência ou divergência

Ocorre quando as rodas apresentam as extremidades apontadas para fora ou voltadas para dentro do veículo.

Essa falha causa arrasto das rodas, elevação do consumo e desgaste acentuado dos pneus.

 

KPI ou SAI

O ângulo KPI ou SAI é aquele formado entre uma linha vertical passada entre o centro do pneu, originaria na banda de rodagem, e a outra que passa pela junta esférica, pivô superior ou topo da coluna em relação ao pivô inferior ou, simplificando, a inclinação dos pivôs da bandeja.

Assim como o Caster, é responsável pela estabilidade dinâmica e retorno do volante a direção de movimento do veiculo.

 

Ângulo Incluso (SAI + Camber)

É a soma dos ângulos KPI/SAI e camber. É formado pelo eixo de giro e o eixo geométrico da roda. A diferença máxima tolerada do ângulo incluso de uma roda em relação a outra é de 1,5 graus.

Quando se altera o ângulo de camber, o ângulo incluso também é alterado.

 

SET BACK

Set Back é a diferencia coaxial existente entre os eixos. Representa visualmente o atraso de uma das rodas dianteiras em relação a outra.

Este ângulo é formado entre a linha central e a perpendicular comparada com o eixo do veiculo medido em graus.

Considera-se esse ângulo como positivo quando a roda esquerda está a frente da direita e vice-versa.

 

Efeitos do Set Back

Ângulos superiores a ¾ de graus podem fazer com que o veiculo puxe para o lado da roda atrasada, causando instabilidade na condução e nas frenagens.

 

Divergência em curva

Para fazer uma curva, a roda dianteira interna (com relação à curva) deverá esterçar mais do que a externa, a fim de produzir a necessária divergência para efetuar esta curva com segurança. Após efetuar a curva, esta situação de divergência deve cessar, retornando ao paralelismo especificado. Se o ângulo de giro especificado para uma roda dianteira estiver fora das recomendações, todos os pneus do veículo sofrerão um desgaste excessivo nas curvas, em conseqüência do arrasto a que são submetidos.

 
Durabilidade Freio  E-mail

 

A durabilidade do sistema é diretamente relacionada como a forma que o motorista dirige!

 

Itens principais do sistema de freio, as pastilhas e discos são aquelas peças cuja durabilidade média a maioria dos especialistas não se sente à vontade para estabelecer. “Como são componentes de desgaste, não é possível determinar uma quilometragem específica relacionada à durabilidade do sistema de freio. Por isso é importante fazer a manutenção preventiva duas vezes por ano”, avalia o engenheiro Daniel Lovisado, da Bosch. Ele explica que a durabilidade depende de vários fatores, mas a principal é o modo de o motorista dirigir.

Segundo Daniel, quem acelera mais é que mais sacrifica os freios, já que a frenagem eleva sua temperatura e desgaste. É o mesmo entendimento do engenheiro George Pitseys, da SAE Brasil, que afirma ainda que a durabilidade também varia se o carro for novo ou usado. “Em um carro zero a durabilidade média da pastilha é de 30 mil quilômetros a 40 mil quilômetros. Já a do disco é de 60 mil quilômetros a 70 mil quilômetros. Como na segunda troca todo o conjunto de freio já não está nas condições ideais, esses valores caem de 20% a 30%.”, acrescenta.

Ricardo Martins, consultor técnico da TRW, também informou os mesmos valores de durabilidade média, e acrescentou que a média das pastilhas traseiras é maior: de 60 mil quilômetros a 70 mil quilômetros. De acordo com Ricardo, esse componente dura mais naquele eixo porque a maior parte do peso durante uma frenagem, em média 70%, se concentra na dianteira.

Além da forma de o motorista dirigir, outros fatores que comprometem a durabilidade do sistema de freio são, por exemplo, se o veículo roda numa região montanhosa (em que o motorista usa o freio em período prolongado); se o carro é mais utulizado na cidade (que exige constantes paradas) ou em rodovia; se o veículo é usado para carregar carga e até mesmo o tipo de câmbio, já que o automático provoca um ligeiro desgaste devido à própria carga do motor, que não é interrompida completamente por não haver embreagem.

MANUTENÇÃO George conta que se as pastilhas forem trocadas na hora certa, o disco só precisa ser substituído na segunda troca. Mas se você deixar a pastilha acabar e chegar até a parte metálica, ela risca o disco. Dessa maneira, os dois são substituídos juntos. No caso de troca das pastilhas, Daniel recomenda que a superfície de contato com o disco deve estar nova. Para isso existem duas opções: ou troca-se o disco também (o que ele considera na maioria das vezes o melhor custo/benefício) ou, se ainda for possível, retifica-se o disco.

Se isso não for feito, o disco pode empenar, sofrendo desgaste irregular antes de atingir a espessura mínima. O mesmo dano também pode acontecer por um choque térmico muito forte, como quando o veículo desce um longo trecho de serra, quando o freio vai esquentar muito mais que o habitual, e depois é molhado subitamente em uma poça d’água. Segundo George é possível perceber que o disco está empenado quando o pedal do freio trepida ao ser acionado.

Outra manutenção importante é a troca do fluido de freio a cada 12 meses, já que ele absorve umidade do ar por meio do respiro do sistema. Com isso o ponto de ebulição do fluido baixa e o líquido pode ferver, formando bolhas de ar, fazendo com que o freio perca eficiência (o líquido não é compressível, mas o ar sim). Por fim, quando compra-se um veículo usado é importante fazer uma revisão em todo o sistema de freio.

ALERTAS DE DESGASTE Segundo Daniel, existem vários sistemas que indicam que a pastilha precisa ser substituída. O mais sofisticado tem um sensor na pastilha que, quando o componente atinge a espessura mínima, faz acender uma luz no painel. Noutro, uma pequena haste metálica toca o disco quando a pastilha atinge uma espessura mínima, provocando sinal sonoro. Trata-se de um ruído alto, que ocorre sempre que o motorista aciona o freio, mas não compromete a frenagem. O engenheiro recomenda verificar o sistema de freio a cada seis meses para identificar um possível problema na parte hidráulica, como um vazamento no cilindro mestre ou no servofreio.

 
Partida no motor em dias frios  E-mail

Carros flex e dias frios

Alguém já teve a bela surpresa de tentar fazer o carro funcionar de manhã, bateu na chave, combustível ok, bateria ok e nada do carro funcionar?

Isso se dá muitas vezes a falta de gasolina no tanque reserva de para partida a frio. Todos os carros flex tem, mas nem todos tem indicadores para alertar sobre nível baixo. A gasolina do tanque reserva acaba e o carro não funciona. Trata-se de um reservatório pequeno, normalmente cabe pouco mais de meio litro de gasolina e deve ser checado a cada dois meses. Use sempre gasolina da melhor qualidade, em caso de dias quentes, o sistema não usa a gasolina do reservatório, que parada, estraga completamente e perde sua função. Nestes casos o motor também não funciona. A gasolina aditivada, por conter aditivos e lubrificantes adicionais, tem maior vida útil.

 
Oficina PREMIUM Gutierrez  E-mail

Tire suas dúvidas ali mesmo, direto com o mecânico e receba o orçamento no ato. O serviço conta com a garantia das peças genuínas e da mão de obra qualificada.

E você pode acompanhar tudo pessoalmente, entendendo tudo o que esta sendo feito em seu veículo de forma honesta e transparente.

Esqueça as oficinas que realizam o serviço de forma” secreta” entregando seu veiculo dias depois. Na posição de distribuidor de pneus das melhores marcas, nos sentimos na obrigação de manter seu veiculo nas mais perfeitas condições para que seu pneu dure muito mais.

Todos profissionais que trabalham em nossa oficina, possuem vasta experiência no ramo tendo em sua grande maioria passagem nas maiores concessionárias de são Paulo.

Nossos serviços de alinhamento de direção, são credenciados pelas maiores montadoras do mundo: BMW,LAND ROVER, HYUNDAI,AUDI,MERCEDEZ.

 


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